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Enjoos e vômitos

Enjoos e vômitos estão entre os sintomas mais comuns e os que mais afetam a qualidade de vida de pessoas que necessitam de cuidados paliativos. A rotina diária desses pacientes torna-se profundamente afetada, o que justifica a necessidade de seu manejo eficaz por parte do profissional de saúde.1 Ambos os sintomas pode ser causados por uma ampla variedade de fatores:²

Vômitos em crianças: as causas mais comuns são as infecções virais e intoxicação alimentar. No entanto, o vômito também pode ser causado por cinetose grave, tosse, febres altas entre outros.

Vômitos na gravidez: recorrentes durante a gravidez, podem levar a uma condição chamada hiperêmese gravídica, em que a mãe pode desenvolver desequilíbrios de fluidos e minerais, que colocam em perigo a sua vida ou a de seu filho.

Vômitos em adultos: é geralmente causado por abuso de álcool ou outras substâncias, uma infecção bacteriana ou viral, ou um tipo de intoxicação alimentar. Em alguns casos, vômitos também podem ser causados por outras doenças, especialmente se eles conduzem a uma dor de cabeça ou febre alta.

Referências

Excesso de cálcio

A necessidade de cálcio no corpo existe durante a vida toda, embora varie com a idade, a sua ausência pode causar uma série de problemas, como osteoporose, propensão a fraturas, além de outros sintomas não relacionados aos ossos. Para suprir as necessidades, algumas pessoas ingerem suplementos de cálcio além da alimentação.

O problema é que consumir cálcio em excesso causa problemas como anorexia, dificuldades cognitivas, depressão e fraqueza muscular. Mas o principal dos prejuízos é o risco de pedra no rim e problema cardiovascular. Dessa forma, o “desafio” é evitar, ao mesmo tempo, a osteoporose e as complicações decorrentes do excesso de cálcio. Assim, como explicam os pesquisadores, deve-se saber dosar as quantidades certas de cálcio. É fundamental consultar um médico antes de comprar uma pílula de cálcio suplementar. ¹.

Referências

Infecções

Frequentes em crianças, adultos e idosos, as infecções do trato respiratório, urinário, epitelial, entre outras, são muito comuns e o risco de recorrência e complicações não se refere apenas à presença de vírus, mas também à função imune. Assim, a modulação do sistema imune e intervenções antivirais tais como o uso de echinacea pode reduzir o risco de recorrência e, possivelmente, o desenvolvimento de complicações.

A echinacea apresenta uma opção eficaz para a gestão a longo prazo das infecções e complicações relacionadas. Pessoas com presumida baixa função imunológica e, consequentemente, uma alta suscetibilidade podem se beneficiar mais. Em paralelo com a redução do risco de infecções, complicações como gripe, cândida, herpes, pneumonia, otite, ou amigdalite são impedidos, bem como a necessidade associada para terapia antibiótica. Finalmente, o bom perfil de segurança permite a prevenção com echinacea a longo prazo.

Referências